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O percurso decorre no geossítio da Varjota do aspirante a Geoparque Mundial da Unesco, denominado Algarvensis.

Localizado em pleno Barrocal, o Cerro da Varjota tem especial relevância, não só pela sua dimensão estética, mas igualmente pela diversidade do modelado cársico e grandeza das suas estruturas.

Ocupando uma posição dominante, no topo deste cabeço, os megalapiás destacam-se no azul do céu, como umas grandes estátuas de rocha calcária e dolomítica do Jurássico Superior, ora em forma de arco ora em forma de agulha ou de torre.

Estas estruturas, de vários metros de altura, resultam da ação da água, que dissolve as rochas calcárias, abrindo fraturas e depressões, escavando a rocha e esculpindo o relevo, dando assim origem a uma importante geomorfologia cársica.

Este geossítio faz também parte da mais completa secção geológica do Jurássico Superior do Este algarvio (161,2 a 145,5 milhões de anos) constituída por formações calcárias, em geral muito fossilíferas, com a ocorrência de diversos grupos de macrofósseis de organismos marinhos, nomeadamente belemnites, amonites e vários moluscos e corais;